BICHINHO UNDÉ

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Terça-feira, 31 / 08 / 10

Enjoos

Então não era no fim do primeiro trimestre que desapareciam os enjoos? E porque é que eu já vomitei duas vezes esta manhã? Argh. Odeio vomitar.

publicado por Loja Reaproveitar às 10:59
Domingo, 29 / 08 / 10

Sou a "mopa" da Mãe

 

publicado por Loja Reaproveitar às 16:56
Domingo, 29 / 08 / 10

13 semanas

A novidade da semana são as impressões digitais: e não há outras iguais.

Em breve, a sua barriga já terá tamanho suficiente para anunciar ao mundo que está grávida, mas o bebé continua muito pequenino. Tem na realidade apenas cerca de 7,5 cm, da cabeça até ao rabinho — aproximadamente o tamanho de um camarão — e pesa cerca de 30 gramas.

Apesar de ser tão pequeno, já tem agora no seu útero um bebé totalmente formado e já muito mais proporcional do que há algumas semanas atrás. Nas semanas anteriores tinha uma cabeça gigante – mas agora é apenas cerca de um terço em relação ao resto do corpo.

As minúsculas e exclusivas impressões digitais já lá estão. Os rins e o tracto urinário funcionam e começa a urinar o líquido amniótico que tem estado a engolir. No início do segundo trimestre, a maior parte do desenvolvimento crítico do bebé já está concluído e a probabilidade de aborto espontâneo reduz consideravelmente.

É mesmo verdade:

27% dos futuros pais que participaram numa sondagem BabyCenter afirmaram que aumentaram de peso, 15% sentiam variações de humor e 10% tinham enjoos.

in Sapo Família

 

A mamã ainda enjoa e detesta o calor. Parece que anda nas nuvens com a cabeça muito tonta. Só lê revistas de bebés e relatos de partos. Parece melhor, porque já come por dois... especialmente as gelatinas e os mini-cornetos (já para não falar nas nozes... num mês comeu 400 grs de miolo de noz)... Ah e está sempre a barafustar que tem isto e aquilo, que está farta do Verão, que quer que chegue Setembro, etc, etc. Enfim, impossível de aturar... a minha mamã...

publicado por Loja Reaproveitar às 16:44
Quarta-feira, 25 / 08 / 10

Consulta das 12 semanas

Foi com uma incontida emoção que vi ontem o meu filho na ecografia das 12 semanas.
Mal me apercebi dos batimentos do seu coração, desatei num pranto só comparável com o nascimento do irmão. Parece que naquele momento percebi que sim, tinha um bebé dentro de mim, um ser cheio de vontade de viver, que me ajudou a ultrapassar as fases mais negras e que me lembrou: "sim, mamã, estou aqui contigo, nunca te esqueças!".

Vi todos os pormenores, mãos, braços, perninhas a esticar, pés a cruzar e descruzar, boquita a abrir... Foi maravilhoso. E por agora está tudo bem!

Fiz o rastreio bioquímico também e agora só em Setembro nos vamos voltar a ver.

Medidas, ok, TN: 1,9 e comprimento da cabeça ao rabito 6,8 cm.

A médica ainda tentou dizer se iria ficar rodeada de rapazes o resto da vida, mas ainda não foi possível. Fica para a próxima. Ainda na altura dos saldos!

Recomendações: Centrum Materna + Folifer e Nausefe para os enjoos.

Estamos muito felizes!

publicado por Loja Reaproveitar às 11:58
Segunda-feira, 23 / 08 / 10

Ai o bebé!

Ontem foi a primeira noite - em cinco, para aí - que o Ricardo voltou a adormecer sozinho, como de costume. Mal eu ou o pai saíssemos do quarto, desatava a chorar... São fases... E quando chora agora diz: "ai o bebé"...

publicado por Loja Reaproveitar às 14:36
Quarta-feira, 04 / 08 / 10

Já tenho um ano!

Parece que foi ontem que olhei para a cara chorona da minha mãe e abracei o meu pai pela primeira vez. Nesse dia, apareci aos dois nu, sem fraldas, sem chuchas, apenas muito espantado e com uma boquinha já muito aberta como quem pede logo uma maminha.

Agora, já bebo meio litro de leite por dia e tenho oito dentes que bem vistas as coisas só me têm servido para trincar bolachas e comer umas comidinhas mais sólidas... mas ainda não estou totalmente convencido. Já sei o que é desobedecer e uma das minhas brincadeiras preferidas é atirar coisas ao chão e ver os parvinhos dos meus pais a apanhar tudo... umas 50 vezes... eheheh! Ainda não ando, mas já me aguento de pé, seguro entre as pernas da mãe. Adoro ver os meus desenhos animados no Babyfirst, adoro que a mãe me cante e diga certas palavras que me fazem rir, como "gugunda" :) ! Nem eu nem ela sabemos verdadeiramente o que significa, mas para nós vale uma boa risada! Adoro os meus cães e já sei fazer-lhes festinhas na cabeça, gosto muito que me lambam os pés, os malandros! Ah e estas férias descobri uma maravilha que se chama água salgada da praia... e até andei de lancha! Foi divertido! Só há uma coisa a que já não estou muito habituado... é a ficar sozinho... mal vejo o pai ou a mãe a virarem as costas faço o meu buáaaa... Mas depois acalmo-me porque percebo que eles podem estar longe dos meus olhos mas estão, e estarão, sempre comigo.

Sou feliz!

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publicado por Loja Reaproveitar às 13:15
Terça-feira, 03 / 08 / 10

Proezas alimentares

- Odiei açorda de pescada - mas acho que foi pelo papá ter exagerado nos temperos...

 

E ontem comi o meu primeiro jantar de adulto! Meia concha de sopa, um prato com um bocadinho de lombinho de pescada, batata e cenoura meio partidinhas com muito azeite, e no fim - duas uvas... Um minuto depois estava a ressonar ...

 

Que vida tão difícil!

publicado por Loja Reaproveitar às 09:37
Terça-feira, 03 / 08 / 10

9 semanas e menos três kg

O papá já pôs em prática o plano da engorda. Ontem, enquanto eu e o Bichinho brincávamos com os cães, o papá preparou três tachos de: rancho, arroz de frango com ervilhas, lentilhas com bacon!

publicado por Loja Reaproveitar às 09:33
Segunda-feira, 02 / 08 / 10

Juntos ultrapassaremos tudo!

Pensei e reflecti se me faria bem escrever sobre o que se está a passar comigo. Cheguei à conclusão de que o meu testemunho poderá ajudar alguma mamã na mesma situação de desamparo. E é bom poder desabafar.

Tenho crises de pânico e ansiedade há alguns anos. Há dois, uns meses antes de engravidar do Ricardo, deixei de tomar medicação porque tinha chegado ao fim o tratamento. Com psicoterapia, a gravidez foi correndo emocionalmente com os altos e baixos típicos. Contudo, sempre tive medo que algo acontecesse. E o que faria?

Há uma semana e dois dias, no dia de ir de férias, voltei a ter uma grave crise de pânico e ansiedade. Não dormi, o coração disparou, uma bola de fogo percorria o meu estômago, a cabeça a mil, pensamentos horríveis sobre morte e sobre este bebé, profunda solidão, angústia física e extrema, choro descontrolado, enfim. Quem tem, sabe do que falo. Apenas digo que em 33 anos de vida esta é a pior doença e a pior coisa por que já passei. E a experiência em lidar com crises de nada ajuda quando se está grávida. O tratamento são ansiolíticos fortes na crise, ansiolíticos mais normais depois e um tratamento de antidepressivo durante, pelo menos, 6 meses.

Falei com o meu obstetra ao telefone enquanto estava à porta das urgências - abençoado por ter-me atendido o telefone às 8 da manhã de um sábado - e disse-me que em caso de crise, poderiam dar-me um valium e depois para "tentar contrariar essa espiral de pensamentos, relaxar, etc"... Ora esta crise vem de um acumular de stress e angústia por motivos que não interessam aqui, mas que não posso controlar.

Naquele momento, eu só sabia que tinha de ir de férias e que tinha de ir a guiar e que todos tinham o direito de se divertir e que eu não podia pôr isso em causa. Organizar a viagem para os quatro também não foi fácil. Ainda por cima com o mais velho a decidir-se ir apenas nessa manhã...

No Algarve, parecia que tudo iria ficar bem. A casa era linda, linda, um terraço romântico sobre a ria onde noutros momentos eu pensaria em estar deitada com o meu amor a ver as estrelas, e naquele momento só me angustiava. A espiral de aflição voltou. Falei com o meu querido psiquiatra que me explicou que não era nada bom para o bebé o que eu estava a sentir, que nos momentos de stress fabricamos uma substância que é o cortisol que é muito prejudicial ao bebé, referindo que a ansiedade e o stress são alguns responsáveis por perdas de bebés no primeiro trimestre e que havia medicamentos seguros para tomar... mas que demorariam algum tempo a fazer efeito: a fluoxetina (um antidepressivo com efeitos anti-ansiedade) e o alprazolam 0.25 (dose mínima) - entre um a 2 em SOS. Dos dois, apenas o alprazolam não é completamente seguro... mas é aquele que acalma as crises, visto que o outro demoraria 15 dias a surtir efeito. E consegui-los? Com o meu médico a 400 km de distância?

Fugi de casa, desesperada, nessa madrugada, em busca de ajuda. Cheguei às urgências de Vila Real perto das 5 e 30 da manhã - já não dormia há quase 2 dias - tudo era horrível. Só via rapazes na estrada completamente embriagados. Nas urgências, a situação era semelhante, eu estava completamente fora de mim. Fui atendida por uma besta espanhola que se recusou a receitar-me o que quer que fosse, acusando-me de estar a fazer mal ao meu filho, abrindo-me a porta do consultório para que saísse, recusando prestar-me auxílio por estar grávida... porque se não estivesse, dar-me-ia uma "amarguinha" - que é assim que chamam ao medicamento - e lá ficaria a pastar até "me acalmar". Vou efectuar queixa deste médico.

Ainda mais desesperada, fui de carro, sozinha, para Faro, para o hospital. Aí o cenário não foi muito melhor, e a espera de horas. Também se recusaram a ajudar-me - outro espanhol - até que insisti e fiquei sentada no consultório e exigi ser atendida por um psiquiatra. Mais umas 3 horas de espera, transferência para o hospital psiquiátrico. Para quem não conhece esta realidade, é terrível. Guardo na minha imagem a cara de uma mãe com um filho quase adulto completamente apático, inerte, que sofria de esquizofrenia. A mãe sofria muito mais do que ele. Rezo para que esta mulher encontre a paz e a força que a ajude a encontrar uma luz.

A psiquiatra que me atendeu lá me deu os medicamentos e disse tudo o que o médico disse. Voltei para casa, mas não consegui sossegar por completo. Decidi, com a ajuda do meu amor, fazer tudo o que me apetecesse. Que no dia seguinte poderíamos voltar se quisesse, mas que deveria aproveitar para fazer tudo o que me apetecesse: ir à net, não dormir, ficar a dormir, fumar, ver TV de madrugada, ir passear sozinha, etc. Assim o fiz e acalmei-me um pouco. Tive dois dias calma. O que mais me acalmava era entrar dentro de água e deixar-me estar.

Agora, em casa, ainda tenho momentos muito difíceis. Aos poucos, tento "reconciliar-me" com este bebé, que já tem 9 semanas, tento comunicar com ele novamente, tento afastar a culpa de não ter conseguido superar esta situação e pedir que também ele me ajude a superar esta crise que há-de passar. Entretanto, reduzo novamente os cigarros que fumo. Mas desta vez, sem ser de um dia para o outro. Cada dia será uma batalha ganha. Cada dia farei tudo para me proteger e proteger este bebé. Neste momento, apenas tenho vontade de estar só com ele, de tentar transmitir-lhe uma sensação de paz ou tranquilidade, mesmo que por momentos. Mas tudo há-de melhorar. Já passei por situações muito difíceis e estive sozinha. Agora, contigo, juntos vamos ultrapassar tudo. Sem medos, sem receios e sem culpas.

publicado por Loja Reaproveitar às 09:48
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